Confira o vídeo "As grandes navegações" e aprenda de forma ilustrativa.
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Antigamente, muitas pessoas pensavam que a Terra era plana e que havia apenas três continentes: Europa, África e Ásia. Além disso, havia o medo de que, ao navegar muito longe, os navios cairiam de um precipício no fim do mundo ou seriam atacados por monstros marinhos terríveis. Portugal e Espanha, no entanto, estavam determinados em encontrar uma rota marítima para as índias e comprar as especiarias direto com os asiáticos, sem precisar pagar os alto preços cobrados pelos árabes e italianos. Com o aprimoramento de instrumentos como o astrolábio, que permitia aos navegadores determinar a posição das estrelas e calcular a latitude, e a bússola, que apontava para o norte magnético e era essencial para a orientação em alto mar, os exploradores marítimos estavam mais equipados do que nunca para se aventurar além das águas costeiras. As caravelas, com suas velas triangulares que permitiam navegar contra o vento e sua estrutura robusta para longas viagens oceânicas, tornaram-se o veículo ideal para essa empreitada. A navegação de cabotagem, que é o transporte marítimo ao longo da costa, mantendo a terra à vista, era uma prática comum antes desses avanços. Os marinheiros utilizavam termos específicos para se orientar: bombordo referia-se ao lado do navio voltado para o continente, estibordo ao lado voltado para o oceano, e a popa era a parte traseira do navio. Com essas inovações tecnológicas e náuticas, os exploradores se sentiram confiantes para navegar em direção ao desconhecido, buscando novas rotas e territórios. Durante o século XV, os portugueses se aventuraram ao redor da costa africana, ganhando experiência em navegação e estabelecendo postos ao longo do caminho. Essas viagens ajudaram a desmentir os mitos antigos e abriram novos caminhos para o comércio e a exploração Em 1488, o navegador português Bartolomeu Dias realizou uma façanha notável ao dobrar o extremo sul da África, um feito que se provou desafiador devido às condições climáticas adversas e aos fortes ventos que assolavam a região. A área, conhecida por suas tempestades severas, foi inicialmente nomeada por Dias como “Cabo das Tormentas” para refletir as dificuldades enfrentadas durante a navegação. No entanto, o rei D. João II optou por renomear o local como “Cabo da Boa Esperança”. Bartolomeu Dias não continuou sua viagem para a Índia após dobrar o Cabo da Boa Esperança devido à recusa da tripulação em prosseguir mais longe. A tripulação estava preocupada com a escassez de provisões e o estado precário dos navios após enfrentarem tempestades e desafios marítimos durante a expedição. Esses fatores, combinados com o desconhecido que ainda estava por vir, levaram Dias e sua tripulação a decidirem retornar a Portugal. Na próxima aula, exploraremos como as grandes navegações foram fundamentais para a história da exploração mundial. Aprenderemos que foi durante essas viagens que Cristóvão Colombo chegou à América e Pedro Álvares Cabral desembarcou no Brasil. Esses eventos marcaram o início de uma nova era de descobertas e intercâmbios culturais entre diferentes partes do mundo. Minha loja de atividades pedagógicas: https://www.elo7.com.br/vilmaribeiro3632 Meu blog de atividades gratuitas: https://professoravilmaribeiro.blogspot.com/
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